O Gargalo Oculto: Erro na contratação de liderança é o principal gargalo oculto das PMEs.
Observe como as pessoas ao redor desse profissional se comportam. Ele costuma ensinar o que sabe? Os colegas costumam procurá-lo para tirar dúvidas ou pedir conselhos?
O líder nato já exerce influência muito antes de ter o cargo no crachá. Se ele mentoriza os pares e celebra o crescimento dos colegas, ele já é um líder em espírito; a promoção será apenas uma formalidade.
O Efeito Dominó de uma Liderança Inadequada
Diferente de uma grande corporação, onde um gerente mediano pode ser “absorvido” pela estrutura, na PME cada líder representa uma fatia enorme da cultura e da entrega. Um erro na contratação de um coordenador ou gerente gera um efeito dominó:
Identificar esses traços exige um olhar apurado de RH e ferramentas de avaliação precisas. Muitas vezes, o potencial está lá, mas precisa de um “polimento” final através de treinamentos de liderança e PDI (Plano de Desenvolvimento Individual).
Pessoas não pedem demissão de empresas; elas pedem demissão de chefes. Perder um bom executor porque o líder é centralizador ou técnico demais custa caro em termos de rescisão e conhecimento perdido.
O líder é o guardião dos valores. Se ele não tem “fit” cultural, ele começa a imprimir um ritmo e um comportamento que descaracterizam o que fez a empresa dar certo até ali.
Se o líder contratado não resolve problemas, ele se torna mais um problema para o dono resolver. O empresário, que deveria estar pensando na estratégia, volta para o operacional para “consertar” o que a liderança não geriu.
1. O vício da competência técnica
O erro mais comum é contratar (ou promover) baseando-se apenas no que a pessoa sabe fazer, e não em como ela gerencia. Um excelente engenheiro não é, automaticamente, um bom gestor de projetos. Um vendedor “tubarão” pode destruir o clima de uma equipe de vendas se não souber liderar com empatia e estratégia.
2. Contratação por feeling (intuição)
Sem um processo de RH estruturado, o dono da PME tende a contratar pessoas de quem ele “gosta” ou que são “parecidas com ele”. A intuição é importante, mas sem testes comportamentais, entrevistas por competências e validação técnica, o risco de contratar um “espelho” que não tem as habilidades de gestão necessárias é altíssimo.
3. A falta de clareza sobre o papel
Muitas vezes, a PME contrata um líder sem definir o que é sucesso para aquela vaga. É para estruturar processos? É para aumentar a produtividade? É para acalmar os ânimos de uma equipe em conflito? Sem metas claras, qualquer líder parecerá um erro após seis meses.
Como tratar esse gargalo em alavanca?
Para que a liderança deixe de ser um gargalo e passe a ser o motor do crescimento, é preciso profissionalizar a gestão de pessoas. Isso envolve:
1. O vício da competência técnica
O erro mais comum é contratar (ou promover) baseando-se apenas no que a pessoa sabe fazer, e não em como ela gerencia. Um excelente engenheiro não é, automaticamente, um bom gestor de projetos. Um vendedor “tubarão” pode destruir o clima de uma equipe de vendas se não souber liderar com empatia e estratégia.
2. Contratação por Feeling (intuição)
Sem um processo de RH estruturado, o dono da PME tende a contratar pessoas de quem ele “gosta” ou que são “parecidas com ele”. A intuição é importante, mas sem testes comportamentais, entrevistas por competências e validação técnica, o risco de contratar um “espelho” que não tem as habilidades de gestão necessárias é altíssimo.
3. A Falta de Clareza sobre o Papel
Muitas vezes, a PME contrata um líder sem definir o que é sucesso para aquela vaga. É para estruturar processos? É para aumentar a produtividade? É para acalmar os ânimos de uma equipe em conflito? Sem metas claras, qualquer líder parecerá um erro após seis meses.
Como tratar esse gargalo em alavanca?
Para que a liderança deixe de ser um gargalo e passe a ser o motor do crescimento, é preciso profissionalizar a gestão de pessoas. Isso envolve:
Uso de Assessments (avaliações de perfil) para entender se a personalidade do candidato combina com o desafio da equipe.
Não basta dar a chave da sala. É preciso acompanhar os primeiros 90 dias do líder, alinhando expectativas e dando suporte.
Líderes precisam de treinamento tanto quanto as equipes operacionais. Gestão é uma habilidade que se aprende.
O problema pode não estar no seu produto, mas na forma como as pessoas que cuidam do seu produto estão sendo geridas. Identificar e corrigir gargalos de liderança é o passo mais rápido para liberar o potencial de escala da sua PME.
Na Goodwork, entendemos a realidade das empresas que precisam de resultados rápidos, mas não abrem mão de uma cultura sólida. Somos especialistas em soluções de RH que vão desde o recrutamento estratégico de lideranças até a estruturação de planos de cargos e salários e desenvolvimento de times.
Não deixe que uma contratação errada trave o futuro do seu negócio.